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Não beba seu leite!

Dr. Joseph Mercola

O problema principal é o "processamento" industrial do leite.

O meio que transforma laticínios saudáveis em substâncias alergênicas começa com os sistemas de nutrição modernos, que substituem pastagem fresca e verde por rações industrializadas, baseadas em proteína de soja, e métodos de procriação bovina para produzir vacas com glândulas pituitárias anormalmente grandes, para que elas produzam 3 vezes mais leite que uma vaca "caipira" comum. Essas vacas "modernas" necessitam uma variedade de antibióticos para mante-las vivas.
Seu leite é então pasteurizado, de forma que todas as enzimas importantes são destruídas (LACTASE para assimilação da lactose, GALACTASE para assimilação da galactose e FOSFATASE para assimilação de cálcio).

Literalmente dezenas de outras enzimas importantes são destruídas no processo de pasteurização. Sem elas, o leite se torna difícil de digerir. O pâncreas humano não está sempre capacitado a produzir essas enzimas, e um pâncreas super estressado pode levar a diabetes e outras doenças.
A nata do leite comercial é homogeneizada, ficando sujeita a ranço. E o pior, a gordura do leite é eventualmente eliminada. Leite "magro" é vendido como se fosse mais saudável, mas a verdade é que a gordura do leite não existe por acaso.

Sem ela, o corpo não pode assimilar e utilizar as vitaminas e minerais existentes na parte aquosa do leite. Junto com traços de minerais importantes e ácidos graxos de cadeia curta, a gordura do leite é uma importante fonte de Vitamina A pré-metabolizada .

A vitamina D sintética, conhecida por sua toxicidade para o fígado, é adicionada ao leite, para repor o complexo natural de vitamina D existente na gordura original do leite que foi retirada (para se faturar mais com a venda de manteiga). A gordura do leite contem também certos ácidos que tem importantes efeitos anti-cancerígenos.

Leite em pó desnatado é adicionado ao leite entre 1 e 2%. Ao contrário do colesterol do leite fresco, que tem uma variedade de efeitos benéficos ao organismo, o colesterol do leite em pó desnatado é oxidado e é esse colesterol rançoso que promove doenças cardiovasculares.

Como muitos produtos em pó, o leite em pó desnatado contem alto nível de nitritos. Leite em pó desnatado e leite condensado adoçado são laticínios muito comuns em países do terceiro mundo e o uso de leite pasteurizado a alta temperatura é muito difundido na Europa.
Outros fatores sobre o leite
Leite e açúcar refinado são dois dos principais fatores de doenças provocadas por alimentação, nos EUA. Isso pode parecer um argumento exagerado, mas quando se examina as evidencias, isso é uma conclusão bastante razoável.

A aprovação recente pelo FDA (Federal and Drug Administration, órgão do governo americano que controla alimentos e produtos farmacêuticos) do uso de BHG (Bovine Growth Hormone- hormônio de crescimento bovino-) pelos produtores pecuários para incrementar a produção leiteira, apenas piora a situação já triste.

O BHG (hormônio) causa um acréscimo em um fator de crescimento "similar a insulina" (IGF-1 - Insulin-like Growth Factor) no leite das vacas tratadas. O IGF-1 sobrevive à pasteurização e à digestão intestinal humana. E pode ser absorvido pela circulação sangüínea, especialmente em crianças.

É altamente provável que o IGF-1 promova a transformação de células do seio de mulheres em células cancerígenas. IGF-1 é também um fator de crescimento para células cancerígenas já existentes no seio ou cólon humano, promovendo seu crescimento e capacidade invasiva (metástase).

É também possível para nós absorver o BGH diretamente do leite. Isso causará a produção de IDF-1 pelas nossas próprias células.

O BGH também diminui a quantidade de tecido gorduroso das vacas. Infelizmente os tecidos gordurosos do corpo das vacas já estão contaminados como uma variedade de substâncias cancerígenas, pesticidas, dioxina, e resíduos de antibióticos. Quando as vacas tem menos tecido gorduroso no corpo, essas substâncias tóxicas são transferidas para o seu leite.
BCG também causa um acréscimo nas infecções do úbere, pelo que elas recebem mais antibióticos.

Antes da introdução do BGH, 38% do leite inspecionado nos EUA estava já contaminado por resíduos de antibióticos ilegais bem como substâncias farmacêuticas específicas para animais (e perigosas para humanos). Isso apenas aumentará com o uso de BGH. Pode-se imaginar quais serão as complicações a longo termo por se beber leite que tem 50% chance de estar contaminado com antibióticos veterinários.

Existe também um problema com uma proteína enzimática chamada XANTHINE OXIDASE a qual existe no leite de vaca. Normalmente as proteínas são divididas quando entram no sistema digestivo.

Entretanto, quando o leite é pasteurizado, pequenos glóbulos gordurosos envolvem a XANTHINE OXIDASE e ela é absorvida intacta pelo sistema circulatório humano. Existem pesquisas
demonstrando uma clara correlação essa enzima e riscos maiores de doenças do coração. Otorrinolaringologistas freqüentemente inserem tubos no ouvido de crianças para tratar infecções de ouvido crônicas e difíceis de tratar. Esse tratamento substituiu o método de "tonsilectomia" que era popular no passado e se tornou o método cirúrgico numero um no país (EUA).
Infelizmente a maioria desses especialistas não sabe que 50% dessas crianças teriam melhora sem reincidência de futuras infecções apenas com a eliminação do uso de leite.
Isso é uma tragédia real. Não apenas os 3000 dólares da cirurgia são desperdiçados, como existem algumas pesquisas recentes indicando que todas essas crianças submetidas à esse procedimento cirúrgico terão no futuro perdas irreparáveis da capacidade auditiva.

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