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Essa pesquisa achei interessante, pois pode ajudar na prevenção do mal de Alzheimer.

Essa pesquisa foi feito no Japão.

Dr Kazuo Tanne realizou um primeiro experimento com ratos de laboratório, comparando um grupo de animais anômalos, sem dentes, com um grupo de animais normais, oferecendo aos primeiros alimentos moles e aos outros alimentos fibrosos. Examinando lâminas microscópicas de tecidos do córtex cerebral, observou que os neurônios dos ratos desdentados estavam degenerados pelas placas de proteína Beta, enquanto que os ratos normais não apresentavam nenhum sinal de alterações, com ausência das placas.
Num segundo experimento, Tanne comparou dois grupos de ratos com dentições sadias e mesmo peso e idade, oferecendo alimentos moles aos primeiros e alimentos duros e fibrosos aos segundos. “As placas apareceram novamente nos ratos que foram servidos com alimento moles, ou seja, que não mastigavam, levando a uma degeneração do sistema nervoso central. Esse trabalho só veio confirmar a importância da preservação do equilíbrio e da função mastigatória para a manutenção da saúde geral, o que já vínhamos observando nos trabalhos clínicos da FOP”, conclui Darcy Nouer.

A mastigação e o mal de Alzheimer